Saturday, September 20, 2008

E tu, o que tens feito ultimamente?



Bem...se a pergunta me for dirigida, a resposta é fácil:estudar!

Mas isto vem a propósito do filme que fui ver esta semana. Chama-se "O procurado" ou algo assim. Para dizer a verdade, não prestei muita atenção ao título. Acho que este filme se classifica como pertencendo ao género palhaçada, uma vez que não consigo enquadrá-lo em mais nenhum género cinematográfico. E de resto, o facto de ser uma palhaçada, não lhe tira qualquer mérito. Antes pelo contrário.

O filme conta a história de um jovem cujo trabalho como contabilista é aborrecido, não lhe dá prazer, sendo humilhado por todos, sobretudo pela chefe e inclusivamente pela namorada. Então o que é que ele faz, o que é? Vai matar pessoas! É interessante esta ideia. Se eu a aplicasse ao meu dia a dia, acho que matava alguém todos os dias. Assim...só para me distrair, descarregar o stress e tornar os meus dias mais animaditos.´

E lá vou eu outra vez...

Thursday, September 11, 2008

NÂO TENHO NADA PARA ESCREVER

Hoje não tenho nada para escrever e há grandes probabilidades de que esta ausência de tempo, imaginação e paciência dure até meados de Novembro.

Estou cansada dos dias sempre iguais e estou cansada de fazer de conta que tudo vai correr bem.

Wednesday, August 20, 2008

O Algarve é bonito...



Praia do Submarino - Alvor - Algarve

Saturday, August 16, 2008

Lights out

Tenho ouvido muita música enquanto estudo. Ajuda-me a concentrar e, por vezes, a não desanimar. Quase posso dizer que tenho um álbum pronto para ouvir consoante a disposição no momento...

Esta diz-me qualquer coisa, quanto mais não seja: Don't got to worry, turn out the light. Sabe bem fazer isso, once in a while...




Não me perguntem porque não há vídeoclip. Também não percebo. Mas a canção está suficientemente BOA!

Mudar de ares

Pois é, parece que vou mudar de ares. Vou respirar o ar da praia que, como já devo ter escrito por aqui algures, é para mim o melhor ar do mundo.

Uma vez que o cansaço começa a apertar e a minha prova é de endurance e não de velocidade, acho que o corpo está a pedir para parar uns dias. E eu vou ouvi-lo para ver se preservo a minha saúde mental e física.

Portanto, vou ali abaixo ao Algarve e já volto!

Nem só de sestas vive uma gata?!



A minha gata não vive só de sestas mas lá que são essenciais, são! Isso não se pode negar...

Sunday, August 10, 2008

Às vezes, uma sesta pode ser a melhor parte do dia

Não tenho nada de interessante para contar. Não me aconteceu nada de novo. Hoje não vi as notícias e, portanto, não sei o que se passa no mundo. Nem sequer sei se o assaltante que foi alvejado pelos agentes do GOE já morreu ou não. Para ser sincera, também não me interessa.

Não tenho nada para criticar, nem para elogiar. Quer dizer, podia criticar o nono lugar da Telma Monteiro que aparentemente passou ao lado de uma carreira política brilhante, já que promete, promete mas não cumpre. Mas não vou criticar porque a rapariga tem garra e até merecia ter ganho à espanhola. E pronto, eis que consegui fazer uma crítica e um elogio no mesmo parágrafo.

Passei o dia inteiro a fazer um esforço monumental para estudar e o resultado foi miserável. Tão miserável que tive de interrompê-lo para dormir a sesta!

Eu a dormir a sesta! Já viram isto?

Eu era aquela criança que nunca entrava na lista das crianças que dormiam a sesta. A minha mãe costuma contar que teve de procurar um jardim escola onde a sesta não fosse obrigatória porque eu era absolutamente anti-sesta. Segundo as memórias da minha mãe eu preferia estar a cair de sono durante o jantar, enfiar literalmente a cabeça no prato da sopa, a dormir a sesta. Entretanto os meus pais mudaram-me de jardim escola porque no primeiro havia alcatifas e a minha rinite alérgica e asma incompatibilizaram-se com as mesmas. No segundo jardim escola, para grande tristeza minha, a sesta era obrigatória. Mas não para todos porque, se bem me lembro, eu nunca a dormi. Gostava mais de me levantar da cama e ir despentear as meninas, tirar-lhe as bandoletes (que já eram moda nessa altura) e escondê-las debaixo das camas de lona.

Volvidos 20 anos dou por mim a dormir a sesta voluntariamente e com muito prazer. Se pudesse voltar atrás explicaria a mim própria que a sesta pode ser uma experiência muito positiva e agradável, sobretudo quando a alternativa é ler um livro que é extremamente hipnótico.

Viva o Jardim Escola e vivam as sestas que eu não dormi mas que devia ter dormido.